Tratamento para Transtornos de Ansiedade em São Paulo

Causas de Ansiedade: Genética, Neurobiologia e Comportamento

As causas de ansiedade é um tema que tem sido muito discutido.

causas de ansiedade

Há algumas décadas, a ansiedade e seus transtornos eram explicados com base nas teorias psicanalíticas de Freud, Melanie Klein e Bion.

No entanto, mais recentemente,  com o avanço do conhecimento da neurobiologia, houve considerável progresso sobre as causas desses transtornos.

As causas de ansiedade ainda não estão totalmente elucidadas, mas isto é uma questão de tempo

Os estudos sobre a neurobiologia da ansiedade lançaram luz sobre uma estrutura cerebral que passou a adquirir um papel fundamental no entendimento das causas de ansiedade.

A estrutura a qual me refiro é o Sistema Límbico.

causas de ansiedade

O Sistema Límbico é a porção do cérebro responsável pelas emoções e também por comportamentos sociais.

Ele é constituído por algumas áreas cerebrais, que encontram-se citadas abaixo.

  • Hipocampo – responsável  pela integridade da memória
  • Tálamo – integra os sintemas sensorial  (sentidos como visão, audição, tato, olfato e gustação) com o sistema motor.
  • Hipotálamo – regula funções  como o sono, a libido, o apetite e a temperatura do corpo
  • Amígdala: não é a amígdala que se encontra na garganta.[O nome  atual da amígdala da garganta é Tonsila].

É a amígdala que está localizada no cérebro e que tem um papel importante nas emoções relacionadas ao medo.

Sua ativação leva a um estado de ansiedade, medo e hipervigilância, que pode chegar ao pânico.

Para quem não sabe a hipervigilância é um estado de constante atenção em relação a sintomas e também em relação ao encontro com o temido objeto fóbico.

As emoções estão relacionadas a diversas áreas do sistema límbico.

E o estudo dessas áreas tem contribuído para um maior conhecimento das causas de ansiedade.

Diferentes emoções, como a alegria, a raiva e o medo envolvem diferentes áreas desse sistema.

O sistema límbico e seus componentes não podem explicar tudo o que acontece com os sentimentos, as emoções e os afetos.

Principalmente, com a ansiedade, uma emoção complexa que envolve o sentimento de medo e diversos sintomas físicos, psíquicos e comportamentais.

Outras áreas de estudo, como a do comportamento humano e a genética podem explicar muitas coisas em termos de causas de ansiedade.

  • Genética: transtornos como a fobia de sangue ocorrem em 70% dos parentes acometidos.

No transtorno de pânico e agorafobia, assim como na fobia social, é comum se encontrar parentes em primeiro grau com o mesmo transtorno.

  • Condicionamento aversivo: experiências aversivas podem levar ao desenvolvimento de um alarme.

Na verdade, um falso alarme que é acionado cada vez que a a pessoa estiver em uma situação que lembre a situação original.

  • Aprender um padrão de comportamento – também conhecido como modelação
  • Aprender com os pais, tios e avós e o aprendizado via instruções

O estudo do condicionamento e da modelação, fez com que surgisse uma escola de terapia para estes transtornos.

Apesar de ainda não se conhecer plenamente a neurobiologia dos transtornos de ansiedade, já existem tratamentos eficazes para estes problemas.

Os antidepressivos inibidores seletivos de recaptação da serotonina e os inibidores duais de recaptação da serotonina e da noradrenalina são as principais substâncias usadas no tratamento farmacológico das transtornos de ansiedade.

A terapia  comportamental vem ajudando muita gente a se sentir melhor dos sintomas de ansiedade.

causas de ansiedade

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tito paes de barros neto

Quais os Sintomas da Ansiedade?


Quais os sintomas da ansiedade? Há diversos sintomas, comportamentos, emoções e sentimentos. Vamos a eles neste painel  desenhado para você, mas antes de mais nada, devo lembrar que alguns sintomas podem estar presentes em alguns transtornos de ansiedade, e em outros, não.

quais os sintomas da ansiedade

Quais os sintomas da ansiedade? Sintomas físicos:

  • Palpitação/taquicardia: desconforto ou batedeira no peito
  • Falta de ar
  • Tontura
  • Boca seca
  • Aperto na garganta
  • Opressão no peito
  • Tremor
  • Suor excessivo
  • Desconforto abdominal
  • Polaciúria: urinar em pequenas quantidades a todo momento
  • Parestesias: sensações de formigamento nas mãos, nos pés, nos lábios e nas orelhas. É frequente no transtorno do pânico
  • Tensão e abalos musculares. Enrijecimento muscular, sobretudo na região do pescoço e dos ombros. Muito frequente no transtorno de ansiedade generalizada
  • Ruborização: ficar vermelho. É bem característica da fobia social
  • Dor de cabeça
  • Sintomas gastrintestinais: sensaçao de estufamento na barriga, queimação, diarreia e gases

Quais os sintomas da ansiedade? Sintomas psíquicos

  • Medo, sobretudo o de morrer, muito frequente no transtorno do pânico, mas também o medo de enlouquecer ou perder o controle. Na fobia social temos o medo cometer erros e passar vergonha, que leva ao medo da avaliação negativa
  • Apreensão: de tudo dar errado
  • Ansiedade antecipatória e situacional
  • Nervosismo
  • Inquietação: andar de um lado para o outro, esfregar as mãos, tamborilar os dedos  balançar a perna
  • Irritabilidade
  • Insegurança, principalmente no contato com as pessoas, ao iniciar ou manter uma conversa
  • Dificuldade de concentração: de um modo geral este é um sintoma comum aos transtornos de ansiedade
  • Despersonalização e desrealização: são sentimentos de estranheza, de irrealidade que se dão em relação a si mesmo (despersonalização) ou em relação ao ambiente externo (desrealização). São comuns no transtorno de pânico
  • Autodepreciação: uma constante desvalorização de si mesmo em relação a tudo que se relacione com ele, inclusive elogios. Presente em transtornos de ansiedade com depressão e também na fobia social
  • Medo da avaliação negativa: este é o sentimento nuclear da fobia social, a preocupação com o julgamento que estão fazendo dele
  • Timidez excessiva: não corre em todos os casos. Por exemplo, quem tem medo de falar em público, muitas vezs é extrovertido em situações de contato interpessoal
  • Sentimentos de confusão, vergonha e humilhação: são medos muito frequentes entre os que têm fobia social
  • Medo de ser incapaz de falar ou de continuar falando
  • Desvio do olhar: ocorre em conversas em que predomina o contato visual. O fóbico social, por exemplo, não consegue sustentar o olhar

Quais os sintomas da ansiedade? Sintomas comportamentais

Fuga: sintoma fóbico que se caracteriza por fugir com urgência da situação fóbica. Por exemplo, na agorafobia, fugir de uma multidão

  • Esquiva: aqui a pessoa não foge, mas não se atreve a entrar em uma situação fóbica, por exemplo, um elevador
  • Grito
  • Choro
  • Congelar: ficar paralisado, sem conseguir falar ou se mover. Ocorre em situações fóbico-sociais, como falar em público

É importante que você aprenda a identificar seus sintomas de ansiedade para conhecer melhor seu inimigo.

É muito comum as pessoas com ansiedade irem parar no pronto-socorro diversas vezes acreditando estar com uma doença física e, de fato estarem com sintomas de ansiedade.

Se este comportamento de idas ao pronto-socorro se tornar repetitivo, procure checar com você mesmo se não são sintomas de ansiedade.

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tito paes de barros neto

 

Medo de Falar em Público

O medo de falar em público é um subtipo da fobia social, conhecido como fobia social circunscrita.

Tal qual na fobia social, o medo de falar em público ocorre com elevada frequência na população geral.

Mas não é intenso o bastante para causar prejuízo na vida de seus portadores

Quando ele se torna intenso, levando as pessoas a evitar falar em público ou a terem brancos, ou congelar, aí sim ele pode ser classificado como fobia social circunscrita.

Quando o medo de falar em público se torna intenso, causando limitações na vida de seus portadores, ele se torna uma fobia de falar em público.

medo de falar em publico

Ao se ver em uma situação em que tenha que falar em público.

Ou mesmo a antecipação desta situação, o fóbico pode sentir pavor, pânico e manifestar sintomas como os que se encontram abaixo:

  • Palpitação/coração acelerado
  • boca seca
  • Tremor
  • Suor excessivo
  • Tensão muscular
  • Palidez

Recentemente atendi um empresário que era obrigado a fazer reuniões mensais com seus funcionários.

Ele tinha muito receio destas ocasiões, sentia dores musculares de véspera e suava consideravelmente.

Para ele conseguir falar para sua platéia, era necessário que apoiasse seu braço firmemente  na mesa, pois sentia tontura e fixasse o olhar em um determinado ponto do auditório, pois sentia-se mal quando olhavam para ele.

A ocorrência deste quadro na população é comum e cabe tratamento especializado.

Causas do medo de falar em público: podem ser genéticas e ambientais.

medo de falar em publico

Como é tratado o medo de falar em público?

  • Com medicamentos: há uma classe de medicamentos, os Beta-bloqueadores que diminuem a taquicardia, o tremor e o suor excessivo, levando a um alívio dos sintomas.

Ansiolíticos também são eficazes, mas causam dependência química e prejuízo importante da memória.

Os antidepressivos de última geração (ex: lexapro, zoloft, luvox) são os medicamentos mais adequados para o tratamento desta fobia.

  • Com terapia comportamental baseada na exposição, isto é no enfrentamento das situações temidas é bastante utilizada, trazendo bons resultados.
  • Com exposição à realidade virtual: permite uma exposição muito eficaz pela possibilidade de repetição das cenas temidas e evitadas.

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tito paes de barros neto

Psicologia Positiva: Aprendendo a Ser Otimista

Martin Seligman, estudioso da psicologia positiva e autor do livro Aprenda a ser Otimista, investigou otimistas e pessimistas em seus estudos.

Por quê, diante de adversidades, as pessoas reagem de modos diferentes?

Uns as vêem como questões definitivas, pessoais e abrangentes, e outros as encaram como problemas passageiros, ou seja, como um desafio a ser vencido.

Estudos demonstraram que as pessoas podem aprender a ficar passivas e deprimidas diante de acontecimentos imprevisíveis.

Mas podem também aprender a a ficar otimistas. E como diz a frase, isto é uma questão de aprendizado.

A psicologia positiva nos ensina a sermos otimistas

É importante saber que aquilo que pensamos influencia muito o nosso comportamento e o nosso estado de humor. E a terapia cognitiva nos mostra isso.

psicologia positiva

Vivemos em uma sociedade na qual o individualismo é valorizado, e que, sabidamente isto é desencadeante de depressão e pessimismo.

Por outro lado, atividades coletivas favorecem o desenvolvimento do otimismo.

É importante aprender a ser otimista, mudando a nossa forma de pensar, e melhorando a nossa qualidade de vida.

E isso implica em uma mudança no nosso estilo de pensar, o que vai demandar um certo empenho para que isto ocorra.

É preciso mudar a maneira como você vê as coisas.

Algumas profissões praticamente exigem um estilo de pensar otimista para que funcionem bem. É o caso dos vendedores, que não desistem de uma venda, ou se o fizerem, vendem caro a derrota.

Há situações que favorecem o uso do otimismo. Um vendedor, ao considerar se deve fazer mais uma venda, perderá apenas um tempo se a venda não se concretizar. Aqui, vale a pena usar o otimismo.

A contestação dos seus pensamentos pessimistas é uma técnica eficaz, pois consiste em argumentar contra as suas próprias crenças. É preciso discutir consigo mesmo suas próprias crenças pessimistas.

psicologia positiva

Há dois fatores importantes que caminham juntos: o exagero do individualismo e o declínio da coletividade, de outro lado. São esses dois fatores que estão por trás da depressão que acomete a sociedade.

Inspirado na resenha Aprenda a ser otimista, de Martin Seligman.

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tito paes de barros neto

 

Irritabilidade: Saindo Fora do Eixo

A irritabilidade é um sintoma comum que pode estar presente em diversos transtornos psíquicos, como nos transtornos de ansiedade, nas depressões e no transtorno bipolar.

Talvez a melhor definição para ela seja a tendência para manifestar raiva contida.

É muito difícil a irritabilidade se manifestar de forma constante isoladamente. É mais provável que ela esteja associada a sintomas outros:

  • Tristeza
  • Falta de energia
  • Falta de prazer
  • Alterações do sono
  • Isolamento social
  • Pensamentos negativos

Irritabilidade: a expressão contida da ira

irritabilidade

Entretanto, a irritabilidade pode ocupar o lugar da tristeza, substituindo-a em alguns tipos de depressão.

E pode ter a função de um grito de ajuda de quem se encontra deprimido.

Além disso, a atividade psicomotora pode estar reduzida, o que torna a pessoas mais propensa às explosões.

Uma manifestação da ruptura deste equilíbrio instável.

Como se este alguém estivesse tentando conter a raiva através da inibição da sua psicomotricidade.

No entanto, é provável que, mais cedo ou mais tarde, por apresentar pouco controle dos seus impulsos, vá explodir por um motivo não justificável.

O que fazer com a irritabilidade?

Explicações vindas de um psiquiatra podem esclarecer como a ela pode ser consequência de um dos transtornos citados acima.

É a chamada psicoeducação.

Nela é mostrada ao paciente como uma depressão ou um transtorno de ansiedade ou de humor podem levar a pessoa a apresentar irritabilidade.

A psicoeducação é o primeiro passo para que o paciente perceba o que se passa com ele e, a partir daí, procure ajuda especializada

Alguns medicamentos são úteis no tratamento dos transtornos de ansiedade, depressão e humor.

irritabilidade

São antidepressivos e estabilizadores de humor. Entre eles estão o Lexapro, o Prozac e o Lamictal.

Eles também podem ser usados no tratamento do transtorno explosivo intermitente.

Psicoterapia pode ajudar a pessoa a estruturar um caminho que passe longe das explosões.

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tito paes de barros neto

 

Ausência de medo no diabetes

O diabetes é uma  doença que costuma provocar pouco medo naqueles que são acometidos por ela.

E por quê isto ocorre?

diabetes

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Talvez porque o diabetes seja uma síndrome silenciosa, isto é, que provoca poucos sintomas.

E esta é uma situação delicada que põe os diabéticos em risco, pois fazem surgir crenças de invulnerabilidade, do tipo: “Mas eu me sinto tão bem, por que tenho que fazer esta dieta? Não me sinto doente.”

Há pessoas que fazem a dieta de modo correto, mas à noite comem doces e chocolates escondidas.

Como se o fato de não serem vistos burlando a dieta não trouxesse consequências negativas para a vida delas.

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O diabetes é traiçoeiro e te pega pela boca

Esta seria uma crença de que a invisibilidade levaria à blindagem.

Isso não passa de um mito.

E se isso não mudar, muitos diabéticos morrerão de complicações do diabetes em um curto período de tempo.

Por acreditarem que o fato de se sentirem tão bem e tomar uma medicação, como um hipoglicemiante oral ou mesmo insulina, podem isentá-los de seguirem uma dieta adequada.

diabetes

Vou ilustrar o que disse com um caso cínico.

Antônio, um homem de 41 anos, casado e diabético parecia não acreditar muito na necessidade de seguir uma dieta restrita em açucares, para controlar suas taxas de açucar no sangue.

Certa vez, foi presenteado por uma prima com uma caixa de barras  de cereais diet. Ao invés de comer com moderação e parcimônia, abriu a caixa e comeu todos as barras de uma só vez.

Ele também fazia isso com cachos de banana, deixando sua esposa preocupada, pois já havia conversado com o médico dele que a orientou a desestimulá-lo de fazer isso.

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Um dia, Antonio machucou o pé e teve uma infecção, que se complicou e acarretou uma internação.

O quadro progrediu com comprometimento renal bilateral, o que fez com que Antonio tivesse que se submeter a sessões de hemodiálise.

A evolução do quadro foi ruim e Antonio veio a falecer.

Isto seria uma situação evitável, se Antonio tivesse seguido uma dieta adequada, sem os abusos presentes em seu comportamento.

Conselho meu para os diabéticos: façam dieta e também exercícios físicos e tomem as suas medicações, que tudo vai correr bem.

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Procrastinação: amanhã eu vejo isso

A procrastinação é um problema comportamental que se caracteriza por uma atitude repetida de se adiar para depois tarefas que poderiam ser resolvidas logo.

procrastinação

“Amanhã eu vejo isso.” “Depois de amanhã.” ” Semana que vem.” “No próximo mês.”  “Ano que vem, sem falta.” “Assim que eu puder.”

As pessoas que procrastinam perdem oportunidades importantes na vida, como empregos, negócios, vida acadêmica e também na vida amorosa e social.

Este adiamento constante acarreta estresse e sentimentos de culpa e de vergonha, com o comprometimento da produtividade.

Procrastinação: o que leva alguém a procrastinar?

Em se tratando de um procrastinador crônico, e não um ocasional, alguns problemas mentais podem estar presentes.

Como transtornos de ansiedade, depressão com autoestima diminuída.

E também os transtornos de personalidade, como o transtorno de personalidade autodestrutiva.

A falta de criatividade também pode levar à procrastinação.

Sobretudo se um temor estiver rondando o procrastinador a respeito da sua capacidade criativa e inventividade.

E o que fazer para mudar este comportamento?

O gerenciamento do tempo é importante para que se possa melhorar o comportamento de procrastinar.

De nada adianta a pessoa não conseguir realizar um trabalho e permanecer mergulhada no meio dele sem conseguir se desvencilhar.

É importante nestas horas saber sair de situações em que você se escraviza e se culpa, propiciando-se momentos de lazer.

Mas é fundamental que haja barganha: “vou ter momentos de lazer, mas vou também cumprir com as minhas obrigações.

Aliás, comportamentos em que a própria pessoa se impõe condições, são muito úteis.

Por exemplo, dizer a si mesmo e fazer cumprir: “Só vou correr no parque depois que terminar este relatório.

Se ficar negligenciando, adiando, empurrando com a barriga, deixando para amanhã, os momentos de lazer e relaxamento não terão lugar.

Lembre-se: postergar não é preciso. Viver é preciso.

É fundamental a capacidade de se focar naquilo que deve ser feito.

Procrastinação: Não se deixe levar por ela enquanto não tiver um plano B para as tarefas pendentes

procrastinação

De nada adianta você se propor a fazer uma tarefa e na hora H comece a se dispersar com o facebook, o instagram, e-mails ou o movimento da rua.

Mas, por vezes, o perfeccionismo é tamanho que a pessoa não consegue dar conta de terminar o que tem de ser terminado.

É o caso de quem tem que entregar uma monografia ou uma tese e não o faz por acreditar que não está boa o bastante.

Há muito para ser mudado, mas é muito mais uma questão de foco e persistência do que habilidades excepcionais.

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Assertividade ou comportamento assertivo

Assertividade é um tipo de comportamento que reduz a ocorrência de problemas na vida das pessoas.

Isso se dá através do uso da comunicação na primeira pessoa, expressão adequada daquilo que sente e pensa e respeitando sempre o seu interlocutor.

assertividade

Postura firme, mas nunca agressiva é uma de suas principais características.

Vou citar alguns exemplos de assertividade.

Alguém fura a fila na bilheteria do cinema.

Brigar seria um comportamento agressivo.

Quem tem assertividade dirige-se à pessoa e a avisa que ela furou a fila.

Parece difícil? Mas não é.

Como conseguir ter assertividade?

A expressão adequada de pensamentos e sentimentos é um dos passos mais importantes para ser assertivo.

No entanto, nem todos se comportam assim.

Abaixo encontram-se as principais características dos três tipos de comportamento e suas consequências na vida diária.

NÃO ASSERTIVO ou INIBIDO:

A pessoa não expressa o que deseja, a atitude é de hesitação, evita o contato visual e o tom é de queixa, vacilante.

Ela engole em seco e pode manifestar dor de estômago

Consequências:

Depressão, desamparo, imagem pobre de si mesmo, perda de oportunidades, solidão, enfado, autoestima reduzida, conflitos intra e interpessoais

AGRESSIVO:

Ele encara, fala alto, enfrenta com gestos de ameaça, é intimidador e individualista

Consequências:

Confrontações, atritos, descontrole de impulsos, conflitos interpessoais, culpa, frustração, tensão, isolamento.

assertividade

ASSERTIVO:

Faz contato visual direto, tom de voz natural, fala fluente, gestos firmes, postura ereta, mensagens na primeira pessoa, tem uma atitude de cooperação.

Consequências:

Resolve problemas, consegue dizer não, sente-se à vontade, satisfeito, relaxado, cria oportunidades, gosta de si mesmo.

Com tudo isso, pode-se chegar à conclusão de que o comportamento assertivo é a melhor escolha em termos de comportamento, por deixar os que a praticam mais satisfeitos e realizados.

Existem algumas situações que o comportamento assertivo deverá ser evitado: ao ser assaltado e ao receber incumbências de seu chefe.

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