Tratamento para Transtornos de Ansiedade em São Paulo

Medo do Futuro: Ele deve Estar Presente

O medo do futuro é algo comum. Muitas pessoas se voltam para o futuro com diversas preocupações.

medo do futuro

Apesar de haver pessoas  que não estão nem um pouco preocupadas com o seu futuro.

Vale lembrar que um pouco de medo é sempre saudável na vida de todos nós.

Ele nos ajuda a diminuir os riscos do dia e dia e a nos preparar melhor para futuras situações.

Eu abordei esta questão no post Medo, neste blog, falando sobre o quanto alguns medos devem ser sentidos e o quanto são saudáveis.

Sabe aquele exame que você esqueceu de fazer, e de vez em quando lembra mas logo sai do foco?

Pois bem, um pouco de preocupação e receio sobre a sua saúde é importante.

A ausência total de medo pode causar problemas, como negligenciar a própria saúde, beber de forma descontrolada, fazer sexo sem proteção.

Um certo medo do futuro é importante para a sua vida

medo do futuro

Por outro lado, o medo  do futuro, a preocupação excessiva com ele pode aprisionar a pessoa em um bolha na qual ela deixa de viver.

Com medo de morrer, ela deixa de sair de casa, vivendo preocupada com a possibilidade de ficar doente.

Com medo de ser abandonado, abandona a pessoa amada.

Com medo de adoecer, só come comidas “saudáveis,” como verduras, legumes e fibras.

Apesar do desejo de devorar um bom churrasco ou uma bela pizza.

Muito bem, nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

O medo exagerado, voltado para o futuro, típico de quem se encontra ansioso, não é um medo saudável.

O medo do futuro, exagerado, não é saudável, tanto quanto a ausência de medo

Por outro lado, a ausência do medo ligado à questões do futuro, como  exames preventivos, não é nem um pouco saudável.

Portanto é preciso haver algum medo para que a pessoa esteja protegida contra a sua própria negligência.

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tito paes de barros neto

Medo e Delírio: O Poder do Pensamento

Qual seria a relação entre medo e delírio?

O medo é um sentimento presente em todos os seres humanos e tem a função de proteger a espécie humana contra contra a sua própria extinção.

Poucos sobreviveriam na face da Terra sem que algum medo estivesse presente.

Ele nos ajuda a ter cautela e a não correr riscos desnecessários, como dirigir em alta velocidade ou atravessar ruas e avenidas sem prestar atenção.

Delírio é uma alteração do conteúdo do pensamento.

Sua característica central é um juízo falso da realidade com a certeza subjetiva de que seu conteúdo seja absolutamente verdadeiro.

Trata-se de uma ideia que NÃO  é compartilhada pelas outras pessoas.

medo e delirioPor exemplo, alguém afirmar que está sendo perseguido por seus colegas de trabalho e  ninguém concordar  com ele.

Aqui a dupla medo e delírio está presente.

O delírio é irredutível pela argumentação lógica.

Em se tratando de medo e delírio, a convicção de seu conteúdo é total e o medo pode ser paralisante.

Em outras palavras, ninguém consegue remover as ideias delirantes de quem estiver delirando.

O medo do  delirante geralmente se dá em temáticas específicas.

Por exemplo, no delírio de perseguição, em  que as pessoas têm medo de que haja pessoas que queiram matá-lo.

No delírio de fim do mundo, o medo também está presente.

medo e delirio

No delírio místico, o medo está ausente (ex: alguém que julga ser um novo Cristo na face da Terra, o terceiro elemento da Santíssima Trindade e o Paráclito).

O mesmo ocorre nos delírios de grandeza e também nos delírios eróticos.

Quando eu estava na residência em psiquiatria, fazendo a minha especialização, atendi um homem que afirmava que a Princesa Diana o amava, e que ela mentia para todos dizendo que amava o Principe Charles.

Ele estava absolutamente convicto do fato.

Tanto é que, ao tentar questioná-lo sobre a sua certeza subjetiva, ele ficou muito irritado, no limite da agressividade e eu percebi que se insistisse naquela forma de abordagem, as coisas iriam se complicar.

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tito paes de barros neto

 

 

Pânico e Agorafobia: Papel do Psiquiatra

Pânico e agorafobia são transtornos relacionados.

panico e agorafobia

O pânico,  síndrome do pânico, transtorno de pânico ou ansiedade paroxística episódica  são termos usados para definir o pânico, que se caracteriza por ataques de pânico, ou ansiedade, de repetição.

Veja os posts Transtorno do pânico, Síndrome do pânico e Transtorno do pânico e agorafobia neste blog.

Já a agorafobia não dispõe de tantos sinônimos, mas pode ser entendida como o medo de ter medo em situações em que a pessoa estima que possa ter um ataque de pânico.

A partir daí, surge um comportamento de evitar estas situações, pelo medo de um ataque de pânico.

Na agorafobia, a esquiva se dá em situações nas quais a saída seja difícil ou o socorro indisponível.

Isto traz uma série de situações relacionadas ao que foi citado logo acima, conforme consta abaixo.

  • Usar o metrô e outros transportes coletivos, como ônibus, trem e avião
  • Andar no banco de trás  de carros com duas portas

Nos dois itens citados acima, fica evidente a dificuldade de sair das situações.

O que desencadeia muita ansiedade , levando a pessoa a evitar estas situações.

Ou a suportá-las com muito sofrimento.

Particularmente no avião, a ansiedade pode chegar a extremos.

Outras situações comuns e evitadas são a cadeira do dentista, do barbeiro e da manicure.

Tive um paciente que evitava a qualquer preço ir ao dentista e sofreu um grande estrago nos seus dentes por conta disso.

  • Quando o socorro encontra-se indisponível

É muito comum que aqueles que sofrem de transtorno de pânico e agorafobia evitem estradas que não tenham telefones de emergência a cada dois quilômetros.

Isto ocorre por medo de passarem mal e não serem socorridos.

Por isso, é muito comum que eles precisem sempre da companhia de alguém que possa ajudá-los, no caso de precisarem ser levados ao pronto-socorro (o que geralmente não acontece).

Há uma série de outras situações relacionadas a este tema e que encontram-se no post Agorafobia neste blog.

No pânico e agorafobia a esquiva está  relacionada a situações em que a saída esteja difícil ou o socorro indisponível

O tratamento deve ser feito por um psiquiatra e por um terapeuta de abordagem comportamental.

Ele se dá com medicamentos antidepressivos e outros para ajudar a ação destes.

A terapia de exposição é de grande utilidade no tratamento e está descrita nos posts citados acima.

panico e agorafobia

Clínicos e neurologistas costumam saber tratar os ataques de pânico.

Mas não a agorafobia, que está presente na grande maioria dos casos.

Por isso, o psiquiatra tem um papel fundamental no seu tratamento.

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tito paes de barros neto

 

Causas de Ansiedade: Genética, Neurobiologia e Comportamento

As causas de ansiedade é um tema que tem sido muito discutido.

causas de ansiedade

Há algumas décadas, a ansiedade e seus transtornos eram explicados com base nas teorias psicanalíticas de Freud, Melanie Klein e Bion.

No entanto, mais recentemente,  com o avanço do conhecimento da neurobiologia, houve considerável progresso sobre as causas desses transtornos.

As causas de ansiedade ainda não estão totalmente elucidadas, mas isto é uma questão de tempo

Os estudos sobre a neurobiologia da ansiedade lançaram luz sobre uma estrutura cerebral que passou a adquirir um papel fundamental no entendimento das causas de ansiedade.

A estrutura a qual me refiro é o Sistema Límbico.

causas de ansiedade

O Sistema Límbico é a porção do cérebro responsável pelas emoções e também por comportamentos sociais.

Ele é constituído por algumas áreas cerebrais, que encontram-se citadas abaixo.

  • Hipocampo – responsável  pela integridade da memória
  • Tálamo – integra os sintemas sensorial  (sentidos como visão, audição, tato, olfato e gustação) com o sistema motor.
  • Hipotálamo – regula funções  como o sono, a libido, o apetite e a temperatura do corpo
  • Amígdala: não é a amígdala que se encontra na garganta.[O nome  atual da amígdala da garganta é Tonsila].

É a amígdala que está localizada no cérebro e que tem um papel importante nas emoções relacionadas ao medo.

Sua ativação leva a um estado de ansiedade, medo e hipervigilância, que pode chegar ao pânico.

Para quem não sabe a hipervigilância é um estado de constante atenção em relação a sintomas e também em relação ao encontro com o temido objeto fóbico.

As emoções estão relacionadas a diversas áreas do sistema límbico.

E o estudo dessas áreas tem contribuído para um maior conhecimento das causas de ansiedade.

Diferentes emoções, como a alegria, a raiva e o medo envolvem diferentes áreas desse sistema.

O sistema límbico e seus componentes não podem explicar tudo o que acontece com os sentimentos, as emoções e os afetos.

Principalmente, com a ansiedade, uma emoção complexa que envolve o sentimento de medo e diversos sintomas físicos, psíquicos e comportamentais.

Outras áreas de estudo, como a do comportamento humano e a genética podem explicar muitas coisas em termos de causas de ansiedade.

  • Genética: transtornos como a fobia de sangue ocorrem em 70% dos parentes acometidos.

No transtorno de pânico e agorafobia, assim como na fobia social, é comum se encontrar parentes em primeiro grau com o mesmo transtorno.

  • Condicionamento aversivo: experiências aversivas podem levar ao desenvolvimento de um alarme.

Na verdade, um falso alarme que é acionado cada vez que a a pessoa estiver em uma situação que lembre a situação original.

  • Aprender um padrão de comportamento – também conhecido como modelação
  • Aprender com os pais, tios e avós e o aprendizado via instruções

O estudo do condicionamento e da modelação, fez com que surgisse uma escola de terapia para estes transtornos.

Apesar de ainda não se conhecer plenamente a neurobiologia dos transtornos de ansiedade, já existem tratamentos eficazes para estes problemas.

Os antidepressivos inibidores seletivos de recaptação da serotonina e os inibidores duais de recaptação da serotonina e da noradrenalina são as principais substâncias usadas no tratamento farmacológico das transtornos de ansiedade.

A terapia  comportamental vem ajudando muita gente a se sentir melhor dos sintomas de ansiedade.

causas de ansiedade

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tito paes de barros neto

Medos do Dia a Dia

Entre os medos do dia a dia é possível dizer que eles constituem uma miríade de temores dos mais variados tipos. Alguns deles são medos que entram nas estatísticas, como o medo de acidentes de carro, de assaltos, balas perdidas etc.

No entanto, vou me deter também nos medos do dia a dia mais subjetivos, que não fazem parte das manchetes dos jornais.

medos do dia a dia

São medos que estão no imaginário das pessoas e que prejudicam o seu dia a dia:

  • Do fracasso
  • Do tempo que passa
  • Da velhice
  • De ser rejeitado
  • Do abandono
  • De ter uma doença grave
  • De perder o emprego
  • De ficar inválido
  • De Não ter dinheiro para sobreviver
  • Da falta de segurança
  • Do amanhã
  • De acidentes

Todos os medos citados acima são passíveis de acontecer, inclusive o medo de assaltos e sequestros.

A questão mais central, entretanto, é como as pessoas trabalham em suas mentes estes medos, como elas os processam.

Por exemplo, alguns, quando assolados por um ou por mais de um desses medos, desenvolvem o mecanismo de defesa de dormir.

E, assim se desligam daquilo que incomoda. Só que aquilo que incomodava, retorna junto com o desperar.

Um outro mecanismo é a negação. Mesmo o problema existindo, a pessoa nega veementemente que aquilo a incomoda.

Uso de chistes: fazer piadas e humor com aquilo que apavora é outro mecanismo comum de se lidar com o medo e outras situações desagradáveis.

Outros podem ainda entrar em um surto psicótico para se dissociar de seus temores.

Vejamos os medos citados como exemplos no início deste artigo.

Os medos do dia a dia

medos do dia a dia

  • O medo do fracasso: o maior problema aqui é o pensamento do tipo tudo ou nada. Ou eu sou um sucesso total ou um fracasso total. Na verdade isto não existe. Somos mesclas de sucessos e fracassos. Fracassamos em alguns projetos e somos bem sucedidos em outros.
  • Medo do tempo que passa: o fato de não sermos imortais não deve gerar temor. Devemos viver a vida da melhor forma possível.
  • Isso se aplica igualmente bem à velhice.  Viver bem e viver muito, dentro de nossas possibilidades.
  • Abandono e rejeição: um dia abandonado/rejeitado, outro dia aceito/amado. Inevitável.
  • Doença grave e invalidez: há muito que podem ser feito. Atendimento especializado psicológico e psiquiátrico para a melhora da qualidade de vida.
  • Desemprego: você não arrumou este emprego que está com medo de perder? Então pode arrumar outro, caso isto aconteça.
  • Não ter dinheiro: muitas vezes o padrão de vida pode cair, mas isto não é uma catástrofe iminente. Além disso, há um ditado que diz: o dinheiro muda de mãos.
  • Falta de segurança: é triste, mas muito verdadeiro

A medo do amanhã nos impede de viver o presente. Os sábios cuidam dos dias de hoje. Viva o agora, como prega o budismo.

Vivemos a era dos projetos, que geram expectativas, tensão e apreensão.

O futuro, que ainda não chegou, assim como o passado, que já se foi, não existem. Só existem nas nossas cabeças.

Pense o agora!

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tito paes de barros neto

Medo de Dormir e Ansiedade

O medo de dormir é a principal causa de insônia.

E este medo é bem antigo.

O ser humano primitivo dormia sempre apavorado com medo de ataques de predadores.

Tem gente que não dorme no escuro.

medo de dormir

Uma fonte de luz é sempre necessária para aliviar o medo.

Talvez porque dormir no escuro signifique perder o controle sobre tudo.

Medo de dormir é de tirar sono de qualquer um

medo de dormir

No terraço da casa da fazenda do meu avô,  depois do jantar, à meia-luz, contavam-se estórias de assombração, de almas penadas e de espíritos do mal, entre outras, que tiravam o sono de várias das pessoas que lá se encontravam passando férias.

Mas acredite, era muito entretido.

Em meu livro Sem medo de ter medo, relatei uma entrevista com Lygia Fagundes Telles em que ela contava, quando era criança, que ficava apavorada com estórias que suas pájens contavam sobre caveiras e mortos pulando das sepulturas.

E que ela só perdeu este medo quando passou a contar as mesmas estórias para outras pessoas.

Além do medo de dormir, outros temores podem surgir

Ficarmos sozinhos no escuro, parece aumentar os nossos temores e trazer à tona imagens e pensamentos que parecem piorar o medo.

E quais seriam estes medos? De morrer, de ter um derrame e ficar com a síndrome do encarceramento, de enlouquecer de vez.

Mas podem ser preocupações relacionadas ao trabalho, por exemplo, aquela reunião com o cliente difícil que pode pôr tudo a perder.

As consequências mais comuns de não conseguir dormir são a irritabilidade, o nervosismo, a fadiga e a labilidade emocional – as emoções afloram facilmente

Uma sugestão boa para você, que sofre do medo de dormir, é a de não exigir de si mesmo um sono perfeito.

Aliás, a grande maioria das pessoas não tem um sono perfeito.

Mas isso é diferente de alguém que não dorme porque sente medo.

Técnicas de relaxamento podem ser extremamente úteis pata aliviar a ansiedade e propiciar a indução do sono.

Além disso, os calmantes naturais (vendidos sem receita médica) podem ajudar no sono.

Mindfulness, um tipo de meditação aliada a outras técnicas também pode ajudar, mas é preciso procurar um profissional para realizá-la.

A prática de exercícios físicos nunca é demais para os insones amedrontados.

Então, mãos à obra. E boa sorte.

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tito paes de barros neto

 

Medo de Morrer: Pavor Elevado às Alturas

O medo de morrer é uma vivência universal. Pode-se dizer que todas as pessoas passam por isso.

Algumas com maior intensidade e outras de uma forma mais suave.

O fato é que o medo de morrer habita o imaginário de quase todos nós.

medo de morrer

O medo de morrer varia de pessoa para pessoa

Alguns carregam dentro de si uma preocupação a respeito do tema, que surge com pouca frequência e de magnitude mais light

Outros mantém estas preocupações com maior constância e isso acarreta um sofrimento maior e, consequentemente, mais presente.

Mas há aqueles que parecem viver obcecados com a ideia de morrer, de um acidente ou dormindo, ou de ter um infarto fulminante ou um câncer.

medo de morrer

Estas pessoas sofrem muito e, não raro, podem sofrer de um quadro de hipocondria ou de pânico.

Elas devem procurar tratamento para reverter a péssima qualidade de vida que têm.

A abordagem em questão, sugerida por mim, é a cognitiva. O ideal é que o terapeuta esteja presente.

No entanto, nem sempre isso é possível. Algumas pessoas residem em áreas em que conseguir fazer terapia com um cognitivista é algo quase impossível.

Auto-ajuda ao alcance de todos

Há um livro muito interessante que cito no meu blog Medos e Fobias, que pode ser muito útil para lidar com o medo da morte.

O livro: A mente vencendo o humor, de Dennis Greenberger e Cristine Padesky. Editora Artmed.

O livro ensina a identificar pensamentos automáticos negativos que causam medo, a questionar sua veracidade e.  substituí-los por pensamentos mais realistas.

Vou dar um exemplo prático: alguém durante uma sessão, desesperado, relata seu pavor de morrer, através do seguinte pensamento automático:”Não passa de hoje, eu vou morrer, a morte vem me buscar.”

No livro poderia-se trabalhar da seguinte forma com este pensamento:

Sérá? Quais são as evidências de que isto vai acontecer de fato? Quantas vezes você já pensou que isso ia acontecer?

[várias] . E quantas vezes isso aconteceu?  [nenhuma]

Boa leitura. Bons exercícios.

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tito paes de barros neto

Tipos de Fobia: Medos que Podem ser tanto Exagerados quanto Irracionais

Os tipos de fobia constituem um universo quase infinito, por assim dizer.

tipos de fobia

Imaginemos uma fração deste universo das fobias, os insetos e poderemos imaginar a vastidão dos seus habitantes: moscas, pernilongos, baratas, besouros, abelhas, vespas, borboletas, traças e muitos outros.

Agora imaginemos que um percentual da população tenha verdadeiro pavor de alguns deles:

Uma vez um homem se atirou de um cavalo por causa de uma vespa.

Em outra ocasião, um outro homem pulou de um barco por causa de uma aranha.

E não sabia nadar.

Quem tem fobia de chuva, raios, trovões e tempestade, muitas vezes se alojam dentro de um armário, com seu animal de estimação para sentir um conforto maior.

Ainda em relação à fobia de chuva, tem gente que assim que começa a chover, ou que o tempo muda, vai para o metrô e metrô e lá permanece até o tempo melhorar.

Os tipos de fobia podem levar seus portadores a fazer loucuras para se verem livres de seus objetos fóbicos.

Na verdade, é impressionante o comportamento das pessoas fóbicas, ao se defrontarem com o seu objeto temido.

tipos de fobia

Como o de uma mulher que ao perceber que havia uma barata na cozinha, simplesmente subiu na geladeira.

Entre as fobias mais irracionais, temos a fobia de borboleta.

Irracional por ser a borboleta um animal inócuo, que não faz mal a ninguém.

E que muitas vezes é de uma beleza que encanta.

Como explicar este medo?

Há diversos modos de aquisição de fobias, e,entre eles, temos:.

  • Herança genética. É o caso da fobia de sangue-agulhas-injeção-ferimentos. Quando uma pessoa é acometida, em 70% dos casos, outros familiares também são.
  • Condicionamento aversivo: uma experiência desagradável, como ficar preso em um lugar fechado, por exemplo um elevador, pode levar a pessoa a se esquivar de locais fechados e com risco de ficar presa.
  • Educação: pais podem dizer aos filhos que os cães são animais perigosos, ameaçadores e isto fará com que esta pessoa se mantenha longe destes animais.
  • Traumática: é pouco aceita

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Medos: Você tem? Quais são eles?


Quando se fala em medos, um universo muito grande de situações e objetos se abre sobre nós.

Alguns medos são estranhos, bizarros. Como o caso de um rapaz que tinha pavor de penas de aves.

Outros medos se constituem no universo das fobias.

O escritor Leon Eliachar afirmava que tinha um único medo: de usar o banheiro na casa de alguém, dar a descarga e a água subir, subir, subir…

Medo pode parecer uma coisa ruim, mas nem sempre é assim.

Os medos podem ser bons

medos

Alguns medos tem um papel protetor do ser humano. Vejamos:

Por que razão não dirigimos a 120km por hora nas ruas das cidades?

Simples: porque temos medo de nos envolvermos em um acidente fatal.

Por que respeitamos os sinais de trânsito das vias públicas? Para evitarmos o envolvimento em acidentes.

Por que olhamos para um lado e para outro antes de atravessarmos uma via movimentada? Porque temos medo de sermos atropelados.

Por que tomamos vacinas? Por que temos medo de adoecer.

Como se pode ver, o medo protege o ser humano e a sua espécie contra a sua própria extinção. E assim nos traz uma tranquilidade maior para viver

Imagina agora como seria se os seres humanos não tivessem nenhum medo. O que aconteceria?

Poucos sobreviveriam na face da terra

Temos também aqueles medos que são ruins: os medos fóbicos

medos

São  muitas as fobias presentes na vida das pessoas:

Agorafobia: uma fobia que está relacionada ao transtorno de pânico. A pessoa teme e evita situações que ela relaciona como sendo passíveis de desencadear ataques de pânico.

Fobia social: o temor é o de ser avaliado negativamente pelos outros. Muita vergonha. Medo de falar em público.

Fobia específicas: são as mais comuns e incluem medo de animais, altura, escuro, avião, dirigir, água, sangue e ferimentos, locais fechados.

Todas as fobias específicas devem ser tratadas. Os melhores resultados são obtidos com a terapia cognitivo-comportamental.

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Medo de altura: quanto mais alto pior

A fobia ou o medo de altura encontra-se classificado como uma fobia específica e caracteriza-se por medo acentuado e esquiva de situações em que a pessoa se veja em uma situação acima do solo, mesmo que esta possa ser uma escada doméstica de dois ou três degraus.

Entrar em contato com estas situações deflagra um medo intenso ou o evitar a qualquer custo o contato com elas.

A simples antecipação do encontro com estas situações já pode levar ao pavor ou à esquiva.

Quem tiver medo de altura, ao entrar em contato com qualquer situação relacionada á isto pode ter um ataque de pânico.

Com sintomas como taquicardia, falta de ar, sensação de morte iminente ou desmaio, tontura, tremor, suor, sensação de descontrole.

Situações presentes no medo de altura

medo de altura

Algumas situações estão presentes no medo de altura. Vejamos algumas delas:

  • Olhar pela janela de um prédio – dependendo de cada caso isto vai se dar em andares mais baixos ou mais altos.
  • Usar uma passarela
  • Subir em escadas
  • Usar elevadores
  • Viajar de avião
  • Usar escadas rolantes
  • Atravessar uma ponte
  • Fazer um rapel ou uma tirolesa
  • Escalar uma montanha
  • Praticar alguns esportes como arvorismo e salto com vara

Qual a causa ou as causas da fobia de altura?

Não se sabe ao certo as causas desta fobia. Entretanto algumas teorias são apresentadas na literatura sobre as fobias em geral:

  • Modelação da ansiedade fóbica dos pais: aqui a criança copia o padrão de medo e esquiva de um ou de ambos os pais.
  • Educação/ instruções: quando os pais educam os filhos enfatizando os perigos dos ambientes altos.
  • Condicionamento aversivo: a pessoa passa por alguma situação muito desagradável ou aversiva e a partir daí passa a evitar estas situações
  • Genética: pouco provável.

Tenho fobia de altura, o que devo fazer?

medo de altura

O melhor é procurar um profissional que trabalhe com terapia comportamental cognitiva, independentemente dele ser psiquiatra ou psicólogo, sobretudo a terapia de exposição.

É a terapia que pode resolver o problema.

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tito paes de barros neto