Tratamento para Transtornos de Ansiedade em São Paulo

Psicologia Positiva: Aprendendo a Ser Otimista

Martin Seligman, estudioso da psicologia positiva e autor do livro Aprenda a ser Otimista, investigou otimistas e pessimistas em seus estudos.

Por quê, diante de adversidades, as pessoas reagem de modos diferentes?

Uns as vêem como questões definitivas, pessoais e abrangentes, e outros as encaram como problemas passageiros, ou seja, como um desafio a ser vencido.

Estudos demonstraram que as pessoas podem aprender a ficar passivas e deprimidas diante de acontecimentos imprevisíveis.

Mas podem também aprender a a ficar otimistas. E como diz a frase, isto é uma questão de aprendizado.

A psicologia positiva nos ensina a sermos otimistas

É importante saber que aquilo que pensamos influencia muito o nosso comportamento e o nosso estado de humor. E a terapia cognitiva nos mostra isso.

psicologia positiva

Vivemos em uma sociedade na qual o individualismo é valorizado, e que, sabidamente isto é desencadeante de depressão e pessimismo.

Por outro lado, atividades coletivas favorecem o desenvolvimento do otimismo.

É importante aprender a ser otimista, mudando a nossa forma de pensar, e melhorando a nossa qualidade de vida.

E isso implica em uma mudança no nosso estilo de pensar, o que vai demandar um certo empenho para que isto ocorra.

É preciso mudar a maneira como você vê as coisas.

Algumas profissões praticamente exigem um estilo de pensar otimista para que funcionem bem. É o caso dos vendedores, que não desistem de uma venda, ou se o fizerem, vendem caro a derrota.

Há situações que favorecem o uso do otimismo. Um vendedor, ao considerar se deve fazer mais uma venda, perderá apenas um tempo se a venda não se concretizar. Aqui, vale a pena usar o otimismo.

A contestação dos seus pensamentos pessimistas é uma técnica eficaz, pois consiste em argumentar contra as suas próprias crenças. É preciso discutir consigo mesmo suas próprias crenças pessimistas.

psicologia positiva

Há dois fatores importantes que caminham juntos: o exagero do individualismo e o declínio da coletividade, de outro lado. São esses dois fatores que estão por trás da depressão que acomete a sociedade.

Inspirado na resenha Aprenda a ser otimista, de Martin Seligman.

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tito paes de barros neto

 

Assertividade ou comportamento assertivo

Assertividade é um tipo de comportamento que reduz a ocorrência de problemas na vida das pessoas.

Isso se dá através do uso da comunicação na primeira pessoa, expressão adequada daquilo que sente e pensa e respeitando sempre o seu interlocutor.

assertividade

Postura firme, mas nunca agressiva é uma de suas principais características.

Vou citar alguns exemplos de assertividade.

Alguém fura a fila na bilheteria do cinema.

Brigar seria um comportamento agressivo.

Quem tem assertividade dirige-se à pessoa e a avisa que ela furou a fila.

Parece difícil? Mas não é.

Como conseguir ter assertividade?

A expressão adequada de pensamentos e sentimentos é um dos passos mais importantes para ser assertivo.

No entanto, nem todos se comportam assim.

Abaixo encontram-se as principais características dos três tipos de comportamento e suas consequências na vida diária.

NÃO ASSERTIVO ou INIBIDO:

A pessoa não expressa o que deseja, a atitude é de hesitação, evita o contato visual e o tom é de queixa, vacilante.

Ela engole em seco e pode manifestar dor de estômago

Consequências:

Depressão, desamparo, imagem pobre de si mesmo, perda de oportunidades, solidão, enfado, autoestima reduzida, conflitos intra e interpessoais

AGRESSIVO:

Ele encara, fala alto, enfrenta com gestos de ameaça, é intimidador e individualista

Consequências:

Confrontações, atritos, descontrole de impulsos, conflitos interpessoais, culpa, frustração, tensão, isolamento.

assertividade

ASSERTIVO:

Faz contato visual direto, tom de voz natural, fala fluente, gestos firmes, postura ereta, mensagens na primeira pessoa, tem uma atitude de cooperação.

Consequências:

Resolve problemas, consegue dizer não, sente-se à vontade, satisfeito, relaxado, cria oportunidades, gosta de si mesmo.

Com tudo isso, pode-se chegar à conclusão de que o comportamento assertivo é a melhor escolha em termos de comportamento, por deixar os que a praticam mais satisfeitos e realizados.

Existem algumas situações que o comportamento assertivo deverá ser evitado: ao ser assaltado e ao receber incumbências de seu chefe.

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tito paes de barros neto

Autoestima: o valor que nos damos

Autoestima pode ser entendida de uma forma mais simplificada como o valor que alguém atribui a si mesmo.
A autoestima guarda uma relação direta com a imagem que temos de nós mesmos.

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Autoestima e autoimagem

autoestima

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Aqueles que têm pouca autoestima se vêem de um modo negativo, empobrecido.

E acreditam que esta é a pura verdade (como se isso existisse).
E como se não fôssemos mais bem dotados de algumas características e menos de outras.

As pessoas, de acordo com o psicólogo cognitivista americano Jeffrey Young, possuem estruturas cognitivas – relacionadas a sentir e pensar.
E que que funcionam como lentes que fazem com que se percebam deste ou daquele jeito.

Por exemplo, uma pessoa que esteja sofrendo de Anorexia Nervosa pode estar pesando 20 Kg e continuar a se perceber como obesa.

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Aqui vou citar a frase do dramaturgo italiano Luigi Pirandelo e dizer que para estas pessoas: “Assim é se lhe parece.”

Elas se percebem assim. Logo esta é a verdade.

Autoestima tem a ver com o desenvolvimento do eu (self).

Do tipo de criação que a pessoa teve.

Há pais que dão ênfase excessiva a características “negativas” dos filhos.

Por exemplo: “Ah filha, pena que você não seja tão bonita como a sua irmã” ou “Pois é, filho, você nunca foi bom em esportes.”

Quem tem a autoestima diminuída, frequentemente apresenta um esquema de Direcionamento para o outro em seus relacionamentos amorosos.

Ela está sempre em segundo plano, enquanto seu companheiro ou companheira é é contemplada com todos os privilégios que a relação pode proporcionar.

Exemplo: “Onde você quer jantar hoje?”   “Onde você quiser, meu amor”.

A pessoa só se importa com o outro. Nunca com ela, e isto ocorre por um valor muito baixo ser atribuído a si mesma.

Está sempre pronta pra fazer autossacrifícios que não lhe foram solicitados.

Outros esquemas que podem estar relacionados à pouca autoestima

Subjugação (submissão)

Busca de aprovação/Busca de reconhecimento

Dependência

Importante lembrar que, de um modo geral, os transtornos psíquicos podem acarretar diminuição importante da autoestima.

É o caso dos vários tipos de depressão, de transtornos de ansiedade como o transtorno do pânico, a fobia social e as psicoses.

Para aqueles que têm problemas de autoestima, a terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a resgatar seu valor como pessoa.

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tito paes de barros neto

Psicoterapia: as terapias atuais

Psicoterapia: breve histórico

Psicoterapia é uma prática antiga.  Na verdade, mais antiga do que imaginamos, realizada por curandeiros, representantes de igrejas, através de danças, poções e rituais.

Sabe-se que desde a antiguidade práticas de psicoterapia eram conduzidas pela igreja católica.
O objetivo era aliviar o sofrimento psíquico, enfocando a questão na dualidade Deus e Diabo.

Não apenas a igreja católica.
A igreja protestante influenciou milhares de pessoas ao propor a separação entre Estado e Igreja,
O que contribuiu para o progresso da ciência.

Psicoterapias

psicoterapiaFoi no início do século XX que as psicoterapias cresceram como importantes ferramentas de acesso aos conteúdos mentais.
Isto ocorreu, sobretudo por obra da psicanálise, que foi ganhando corpo com seu criador, Sigmund Freud.
E tornou-se fonte de receita para os profissionais que a praticavam.

O mercado das psicoterapias expandiu-se , então, e a partir daí, a psicanálise e suas variantes dominaram por décadas o campo da psicoterapia.

Uma das maiores críticas que se faz à psicanálise é a falta de de evidências científicas a respeito da sua eficácia.
Ela é vista amiúde como uma ferramenta cujo principal objetivo seria a aquisição de autoconhecimento.
Do ponto de vista científico ela carece de publicações com rigor científico.

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Isto mudaria em dado momento, com o surgimento de nomes como Skinner, Wolpe e, mais recentemente, de Beck. Skinner, do ponto de vista experimental desenvolveu suas teorias sobre o comportamento humano.

Wolpe, cientista comportamental, aplicou as teorias behavioristas na prática clínica, sobretudo em um procedimento denominado dessensibilização, aplicado hoje em dia no tratamento de diversos tipos de fobias, e conhecido como exposição.

Já, Aaron Beck, partiu da psicanálise para desenvolver sua abordagem cognitiva do tratamento psicoterápico da depressão.
E afirmou que esta era mais pragmática e dava melhores resultados que a psicanálise.

Seus ensinamentos constam de dezenas de livros em que se dá a chamada reestruturação cognitiva.
Nesta abordagem, pensamentos negativos, distorcidos, também conhecidos como pensamentos automáticos são, em primeiro lugar, identificados, depois questionados e, por fim, substituídos por pensamentos mais realistas, que causam menos dor.

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psicoterapia

Psicoterapias contemporâneas: terapias cognitiva, comportamental  e cognitivo-comportamental (TCC) usam abordagens sobretudo para tratar pessoas com transtornos de ansiedade e humor.

psicoterapia

E a coisa não para aí. Hoje em dia há autores que fazem abordagens mistas valendo-se de abordagens psicodinâmicas e cognitivas no mesmo paciente.

É o caso de Jeffrey Young, com a sua Terapia do Esquema, em que Esquemas são estruturas cognitivas, que filtram e decodificam informações vindas da percepção do meio ambiente e de si mesmo..

Pode-se dizer que o Esquema é a lente pela qual o sujeito percebe a si e também o ambiente que o cerca.

Muito interessante, é a abordagem da FAP ou PAF – Psicoterapia Analítico-Funcional, que nasceu, literalmente, do casamento entre um behaviorista, terapeuta do comportamento , Robert Kohlenberg, e uma psicanalista, Mavis Tsai.

A princípio parece ser como misturar água e óleo.

Um olhar mais atento, porém, nos leva para um universo mais enriquecido.

Sinal de inteligência? Tomara que sim.

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tito paes de barros neto