Tratamento para Transtornos de Ansiedade em São Paulo

Medos do Dia a Dia

Entre os medos do dia a dia é possível dizer que eles constituem uma miríade de temores dos mais variados tipos. Alguns deles são medos que entram nas estatísticas, como o medo de acidentes de carro, de assaltos, balas perdidas etc.

No entanto, vou me deter também nos medos do dia a dia mais subjetivos, que não fazem parte das manchetes dos jornais.

medos do dia a dia

São medos que estão no imaginário das pessoas e que prejudicam o seu dia a dia:

  • Do fracasso
  • Do tempo que passa
  • Da velhice
  • De ser rejeitado
  • Do abandono
  • De ter uma doença grave
  • De perder o emprego
  • De ficar inválido
  • De Não ter dinheiro para sobreviver
  • Da falta de segurança
  • Do amanhã
  • De acidentes

Todos os medos citados acima são passíveis de acontecer, inclusive o medo de assaltos e sequestros.

A questão mais central, entretanto, é como as pessoas trabalham em suas mentes estes medos, como elas os processam.

Por exemplo, alguns, quando assolados por um ou por mais de um desses medos, desenvolvem o mecanismo de defesa de dormir.

E, assim se desligam daquilo que incomoda. Só que aquilo que incomodava, retorna junto com o desperar.

Um outro mecanismo é a negação. Mesmo o problema existindo, a pessoa nega veementemente que aquilo a incomoda.

Uso de chistes: fazer piadas e humor com aquilo que apavora é outro mecanismo comum de se lidar com o medo e outras situações desagradáveis.

Outros podem ainda entrar em um surto psicótico para se dissociar de seus temores.

Vejamos os medos citados como exemplos no início deste artigo.

Os medos do dia a dia

medos do dia a dia

  • O medo do fracasso: o maior problema aqui é o pensamento do tipo tudo ou nada. Ou eu sou um sucesso total ou um fracasso total. Na verdade isto não existe. Somos mesclas de sucessos e fracassos. Fracassamos em alguns projetos e somos bem sucedidos em outros.
  • Medo do tempo que passa: o fato de não sermos imortais não deve gerar temor. Devemos viver a vida da melhor forma possível.
  • Isso se aplica igualmente bem à velhice.  Viver bem e viver muito, dentro de nossas possibilidades.
  • Abandono e rejeição: um dia abandonado/rejeitado, outro dia aceito/amado. Inevitável.
  • Doença grave e invalidez: há muito que podem ser feito. Atendimento especializado psicológico e psiquiátrico para a melhora da qualidade de vida.
  • Desemprego: você não arrumou este emprego que está com medo de perder? Então pode arrumar outro, caso isto aconteça.
  • Não ter dinheiro: muitas vezes o padrão de vida pode cair, mas isto não é uma catástrofe iminente. Além disso, há um ditado que diz: o dinheiro muda de mãos.
  • Falta de segurança: é triste, mas muito verdadeiro

A medo do amanhã nos impede de viver o presente. Os sábios cuidam dos dias de hoje. Viva o agora, como prega o budismo.

Vivemos a era dos projetos, que geram expectativas, tensão e apreensão.

O futuro, que ainda não chegou, assim como o passado, que já se foi, não existem. Só existem nas nossas cabeças.

Pense o agora!

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Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário e eu prometo que te respondo.

tito paes de barros neto

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