Tratamento para Transtornos de Ansiedade em São Paulo

Personalidade dependente: submissão

A personalidade dependente é um transtorno da personalidade. Segundo a classificação internacional, um transtorno de personalidade é definido da seguinte maneira:

Um  padrão persistente vivencial e comportamental qute se desvia das expectativas da cultura do indivíduo.

É difuso e inflexível, começa na adolescência ou no início da fase adulta, é estável ao longo do tempo e leva a sofrimento ou prejuízo.

Personalidade dependente é  um padrão de comportamento submisso e apegado, relacionado a uma necessidade excessiva de ser cuidado.

Esta necessidade leva a um comportamento de submissão e apego que surge no início da vida adulta e está presente em vários contextos,  indicado por pelo menos cinco  dos seguintes critérios:

personalidade dependente

  • Tem dificuldades em tomar decisões cotidianas sem uma quantidade excessiva de conselhos e reasseguramento de outros.
  • Precisa que outros assumam responsabilidade pela maior parte das principais áreas de sua vida.
  • Tem dificuldades em manifestar desacordo com outros devido a medo de perder apoio ou aprovação.
  • Apresenta dificuldade em iniciar projetos ou fazer coisas por conta própria por falta de autoconfiança  ou em suas capacidades.
  • Vai a extremos para obter carinho e apoio de outros, a ponto de voluntariar-se para fazer coisas desagradáveis.
  • Sente-se desconfortável ou desamparado quando sozinho devido a temores exagerados de ser incapaz de cuidar de si mesmo.
  • Busca com urgência outro relacionamento como fonte de cuidado e amparo logo após o término de um relacionamento íntimo.
  • Tem preocupações irreais com medos de ser abandonado à própria sorte.

A característica essencial do transtorno da personalidade dependente é uma necessidade excessiva de ser cuidado que leva a comportamento de submissão e apego e a temores de separação.

personalidade dependente

A melhor alternativa de tratamento é a terapia comportamental cognitiva.

Ela objetiva conferir ao paciente um senso de autonomia e independência maiores, levando a um comportamento de cuidar de si mesmo e tomar as suas próprias decisões.

E deixar de lado o temor de ser abandonado.

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tito paes de barros neto

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